Vai mesmo mandar os melhores embora?

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Sem cuidado, empresas podem desfazerem-se da sua melhor mão de obra

Em tempos de economia instável, muitas empresas decidem enxugar suas folhas de pagamento promovendo demissões estratégicas para a saúde financeira de seus negócios e, dessa forma, encarar com mais força o momento de dificuldade.

A necessidade de demitir profissionais por conta de fatores externos pode acabar em experiências traumática para todos, e, por isso, exige uma série de cuidados das empresas por um importante motivo: ao mandar funcionários para a rua de forma emergencial podem, sem saber, desfazerem-se da sua melhor mão de obra.

 

Perfis claros evitam o problema da panela

Em muitos casos, os gestores recebem apenas o pedido de seus diretores para realizar o corte de pessoal, sem nenhum tipo de aprofundamento a respeito do perfil dessas demissões.

O resultado de um processo desordenado como esse é, em muitos casos, a decisão das lideranças responsáveis por definir quem sai e quem fica por manter no negócio sua "panela", ou seja, somente as pessoas sobre as quais têm maior influência ou apego pessoal, pouco importando suas reais contribuições para o trabalho.

Em situações assim, inevitavelmente acontecerão equívocos, e bons profissionais podem acabar desempregados, causando grande prejuízo para o negócio. Curiosamente, trata-se do oposto do que a demissão deveria buscar. No caso, o equilíbrio entre a contribuição do capital humano, a qualidade do produto final e a sustentabilidade financeira do negócio.

Cabe às empresas, portanto, traçar, de forma detalhada e transparente, o tipo de colaborador que deve ter seu contrato rescindido, não abrindo muito espaço para uma reflexão subjetiva sobre o caso.

 

Análises de desempenho e objetivos definidos: importantes aliados

As situações de demissões emergenciais são mais um exemplo da importância de se manter um banco de dados com a análise de desempenho e os custos envolvidos com as funções de colaborador. Com informações fieis e atualizadas, os gestores podem trabalhar com dados mais objetivos para tomar a difícil decisão de desligar pessoas de uma empresa.

E, em conjunto com esta análise de desempenho, as empresas também devem ter claros quais são seus objetivos a médio e longo prazo. Desta forma, além de observarem a contribuição do aspecto humano, elas também saberão mais facilmente onde cortar na própria carne sem prejudicar áreas consideradas essenciais para alcançar as metas traçadas por si.

 

Essa preocupação também é nossa

De olho na movimentação natural do mercado, e na forma por vezes descuidada pelas quais as empresas dispensam seus colaboradores, a PlanoA oferece meios para entregar o máximo de de dados possíveis para auxiliar os gestores a tomarem as melhores decisões.

Entre as ferramentas disponíveis estão relatórios com o levantamento dos funcionários que apresentam os melhores e piores desempenho, informações sobre os custos referentes de cada uma das equipes presentes no negócio e as avaliações de desempenho de cada colaborador.


E você? Tem alguma experiência sobre processos de demissão mal sucedidos, ou métodos que facilitem a tomada de decisão? Conte nos comentários!

 

 

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