Empowerment para gerenciar conflitos

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Como gerenciar os conflitos da sua empresa com o empowerment

Geração Y e Geração X. Por muito tempo, esses dois conceitos entraram na rotina de inúmeros empreendedores. Muito além de um conflito entre gerações, no entanto, essas ideias representam uma mudança de postura necessária entre as organizações,na adoção de novos métodos de gerenciamento Se antes acreditava-se que o poder de decisão de uma empresa deveria ser realizado de maneira centralizada para garantir a produtividade, hoje percebemos que a descentralização pode trazer resultados extremamente positivos. É justamente sobre esse último caso que se trata o empowerment.


A grande questão é: será que esse tipo de modelo, onde o poder é compartilhado, proporciona ainda mais conflitos? Um dos grandes motivos para manter o poder nas mãos de poucos é a suposta garantia de que tudo ocorrerá conforme o planejado, e que a compreensão e a comunicação serão garantidas uma vez que as informações são transmitidas de maneira vertical e unilateral.  Mero engano. A participação e a colaboração são a chave para o sucesso de qualquer organização, e, inclusive, pode ajudar a mitigar os conflitos.

Confira, a seguir, como o empowerment pode ajudar a sua empresa na gestão de conflitos.

Autonomia: otimizando resultados, diminuindo conflitos
Em primeiro lugar, o grande diferencial do empowement é o fato de que a organização estará transferindo responsabilidades para todos os setores da empresa, e isso inclui o nível operacional. Isso significa dizer que a responsabilidade sobre os colaboradores será ainda mais intensa. Acontece que isso não é algo negativo.

Uma vez que o profissional sabe exatamente quais são os resultados que ele precisa alcançar e tem liberdade para agir rapidamente para solucionar problemas e desenvolver seu trabalho, dificilmente ele entrará em choque com as chefias por conta da necessidade de autorizações ou revisões sobre o seu trabalho. Quanto mais centralizado o poder, maiores serão os obstáculos para o desenvolvimento dos processos e, consequentemente, maiores os conflitos.

Confiança: a base para o bom relacionamento
Outro aspecto que parece vigorar com o empowerment é o fato de que a comunicação entre funcionários e equipes, líderes e gestores (supervisores, gerentes, etc.), é muitas vezes estimulada. Isso porque, quando se transferem poderes, também é transmitida, ao mesmo tempo, a confiança no trabalho do colaborador. Critérios subjetivos como a insegurança e a dependência, são substituídos por outros mais positivos, como a proatividade a motivação e a autonomia.

Importante ressaltar, ainda, que o clima de desconfiança é algo extremamente improdutivo e pode gerar um desconforto no ambiente de trabalho. Além da comunicação ser aprimorada — fator fundamental para reduzir os conflitos internos — a confiança depositada no colaborador também irá estimular outros pontos, como a participação, o desenvolvimento  e a colaboração, conforme veremos a seguir.

Colaboração: a união faz a força
“Não sou pago para isso”, “Essa não é a função que me passaram”. Frases corriqueiras em qualquer ambiente de trabalho, certo? Muitas vezes, a causa disso é a estrutura da própria empresa. Quando existe uma hierarquia exacerbada e uma centralização de poderes, o que acaba acontecendo é que os colaboradores se tornam extremamente dependentes de um comando de ordem, deixando quaisquer outras tarefas que não sejam explicitamente delegadas de lado — em alguns casos, até os colegas ficam na mão.

Esse cenário, certamente, irá gerar conflitos, tanto de maneira horizontal — entre os próprios colaboradores — quanto entre funcionários e a chefia. O empowerment significa mais liberdade de ação e, portanto, o colaborador será estimulado a usar a sua autodeterminação para solucionar quaisquer problemas que apareçam na sua frente, independentemente de ordem ou não.

 

E então, o que acha do empowerment? Como funciona na sua empresa? Deixe um comentário e participe da conversa!

 

  

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